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The Economist alerta para risco de 'Brasilificação' nas economias globais em 2026


pessoas em praia do brasil, sob sol, e com prédios ao fundo da imagem
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A revista britânica The Economist publicou uma análise contundente apontando o Brasil como um exemplo de alerta para as economias desenvolvidas. O conceito de "brasilificação" é utilizado pela publicação para descrever um cenário de desequilíbrio fiscal caracterizado por juros altos, dívida pública crescente e um orçamento extremamente rígido, servindo de lição para países como os Estados Unidos. De acordo com o texto original, a economia brasileira enfrenta o desafio de manter taxas de juros elevadas para atrair investidores e controlar a inflação diante de gastos públicos persistentes. A reportagem enfatiza que o Brasil é um "laboratório" de como a dificuldade em reformar o Estado e cortar despesas obrigatórias, como previdência e funcionalismo, acaba por sufocar o crescimento econômico a longo prazo.

A análise ressalta que o endividamento bruto do Brasil segue em uma trajetória preocupante, com projeções que exigem rigor fiscal imediato para evitar uma crise de confiança. A revista argumenta que as nações ricas estão começando a apresentar sintomas semelhantes, perdendo o privilégio de juros baixos enquanto cedem a pressões por maiores gastos sociais e subsídios governamentais sem a devida contrapartida de receita.

Sobre o cenário político e as reformas, o texto menciona que, embora o Brasil tenha avançado com a aprovação da reforma tributária (IVA), a implementação prática e a resistência de grupos de interesse ainda representam obstáculos significativos. A publicação conclui que o impasse entre manter a responsabilidade fiscal e atender às demandas populares é o maior desafio das democracias modernas, colocando o modelo econômico brasileiro no centro do debate global em 2026.




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